quarta-feira, novembro 16, 2016


 

 
“Mais vale uma verdade amarga que tenha o poder de nos fazer crescer do que uma mentira adocicada que nos mantenha acorrentados no cativeiro da ignorância.”

 
Padre Fábio de Melo
“Quem me roubou de mim?” (À venda na Canção Nova)
 
 

sexta-feira, outubro 07, 2016


O padre manda “bocas”? Quantas vezes ouvimos isto … ou o dizemos?

 
O padre, na homilia, só manda “bocas”? Se calhar, a verdade é que tu não queres ouvir a verdade, não queres aceitar que erras e que tens de mudar algo na tua vida…

Dai-nos, Jesus, o Espírito Santo para sabermos aceitar os conselhos dos nosso irmãos e para termos força para mudar o que está mal na nossa maneira de agir.  
 
 

quinta-feira, setembro 01, 2016


Como faz falta o carinho de um pai na infância…

 


Por que erras, principalmente quando conheces tão bem os caminhos de Cristo? Podem ser muitas as razões, nomeadamente não conheceres (de coração e alma) os caminhos do Senhor. Mas também pode ser porque não curaste os teus traumas.

A primeira grande traição da minha vida veio do meu pai. Apesar de hoje ele se ter arrependido – orei durante muitos anos pela sua conversão –, nunca deixei a ferida sarar por completo. Nos primeiros tempos achei que já tinha perdoado tudo e prova disso era ter aceitado o meu pai de volta.

Mas, na verdade, não tinha curado a falta de carinho, de amor, de atenção de alguém do sexo masculino. O desejo ardente de saber que amor é esse levou-me a desamores, a muita dor.

Até que, quando achava que tudo estava ultrapassado, essa ferida veio ao de cima e deixei-me levar pelo carinho e pela atenção de quem não devia.

Não me arrependo porque nasceu o meu filho, o melhor que tenho na vida. Só pelo meu filho voltava atrás e passava novamente por todos os sofrimentos, pelas perdas, pela angústia, pela violência física e psicológica…

Mas, também é verdade que se tivesse curado a falta de amor e atenção do meu pai, não me tinha deixado levar… Com isto não estou a dizer que não tenho culpa. Tenho! Jesus deu-me todas as armas para me defender deste trauma ….

Enfim, só quero alertar para a importância de curarmos as nossas feridas, mesmo que para isso tenhamos que sofrer ainda mais um pouco. Porque ao curá-las vamos conseguir, com a ajuda de Jesus, encontrar o que nos falta no caminho certo.

Evitamos assim o nosso sofrimento e o de todos os que estão à nossa volta, nomeadamente de um filho…

 
Jesus, cura-nos de todas as feridas! Ajuda-nos a esperar pela cura!

sexta-feira, agosto 26, 2016


Aceita a correção do Pai! Não desanimes!

 
 

«Meu filho, não desprezes a correção do Senhor, nem desanimes quando Ele te repreende;
porque o Senhor corrige aquele que ama e castiga aquele que reconhece como filho».
É para vossa correção que sofreis. Deus trata-vos como filhos. Qual é o filho a quem o pai não corrige?”  (CF Carta aos Hebreus 12,5-7.11-13)

Ninguém gosta de ser repreendido, mas …

Quantas vezes já não agradeceste os castigos e ralhetes dos teus pais quando eras pequeno?

Quantas vezes dizes “Não” aos teus filhos, porque sabes que é o melhor para eles?


Aceitemos, então, a repreensão que vem de Deus. Ele só nos repreende porque nos ama.

segunda-feira, julho 25, 2016


Por que não me dás o que te peço há tantos anos, meu Deus?

 
   Durante muitos anos fiz um pedido incessante a Deus. Pedi de várias formas, fui por caminhos errados, gritei, desesperei, chorei muito… Deus nunca me deu o que Lhe pedi.
 
Este domingo, na homilia, percebi então: nunca me deu, porque o que lhe pedia – apesar de não ter mal nenhum – não é o caminho que Ele quer para mim. Não é o caminho que Ele sabe que me faz realmente feliz.
 
Doeu muito durante anos, esperei muito, mas agora fez-se luz: Não só percebi, como senti que sou mais feliz sem o que pedi.

 Sou mais feliz, magoo menos quem vive à minha volta e não enterro os meus talentos.

 É caso para dizer, às vezes as lágrimas cegam-nos, não nos deixam ver ou escutar Jesus…

 

quinta-feira, julho 07, 2016


 

«Aos homens é impossível, mas a Deus não; pois a Deus tudo é possível.»

 
 
 
Hoje deixo apenas (e se é muito) esta oração! Fá-la por ti e pelo mundo inteiro!
 
Ah ... Não deixes de ler e aprender a Palavra de Deus, pondo-a em prática.


 
 
 

quarta-feira, junho 15, 2016


Ansiedade, pânico ou depressão não são “caprichos”, Jesus pede para dares a mão…

 
 
Os problemas de ansiedade e os ataques de pânico há muito que estavam controlados com medicação. Mas, com a gravidez e uma paragem abrupta desses medicamentos, os sintomas voltaram.
A sensação de deixar de controlar o próprio corpo, a mente, a sensação de mal-estar 24 horas por dia não a deixavam. O pensamento de que o seu filho estava a passar por tudo aquilo ainda a atormentava mais.
A fé nunca esmoreceu, mesmo quando ficou fechada em casa, com agorafobia, sem conseguir colocar um pé na rua, porque o corpo começava a tremer e sentia-se a sufocar.
Agarrando com muita força a mão de Jesus, pediu ajuda a um grupo de missionários e a um padre. Como não podia sair de casa, pediu que fossem ter com ela.
Resultado final: Esta mulher já teve um filho lindo há 4  anos. Mas ainda hoje espera pela visita dos missionários e do padre… Graças a Deus, não se afastou de Deus, mas … podia ter acontecido…

 

Esta história bem verdadeira mostra uma realidade triste. Nós, Igreja, ainda menosprezamos certas doenças do foro psicológico, como depressão, ansiedade ou síndrome de pânico.

Consideramo-las “caprichos e manias das pessoas” ou “falta de fé”. Mas não é nada disso. Estas doenças existem, afetam cada vez mais pessoas e é preciso que, nós Igreja, saiamos das nossas capelinhas, nos informemos melhor sobre estas doenças e ajudemos quem mais precisa.

Até que ponto, nós Igreja, abandonamos e menosprezamos quem sofre destes problemas mentais que a sociedade considera “luxos” ou “manias de quem nada tem para fazer”? Será que um dia Deus nos vai dizer que não Lhe demos apoio quando Ele mais precisava?

 
PS: Falo no geral, obviamente que há muitas pessoas (Igreja) que acolhem estas mulheres e homens. Só quero mesmo alertar para a necessidade de se dar mais atenção à Saúde Mental e ao apoio ao domicílio dentro da Igreja.